O Dissonant Counterpoint in Henry Cowell’s String Quartet No. 1 (Pedantic)

An Alternative to the Second Viennese School’s Atonal Practice

Authors

  • Marcelo José Bellini Dino Universidade Anhembi Morumbi
  • Adriana Lopes da Cunha Moreira Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.52930/mt.v11i1.393

Abstract

This study examines the approach adopted by the young Henry Cowell in his String Quartet No. 1 (Pedantic) (1916) as an alternative to the atonalism of the Second Viennese School. To this end, it draws on Spilker's (2010, 2011) research on Cowell's dissonant counterpoint, together with the theoretical frameworks proposed by Forte (1973) and Straus (2016), with particular emphasis on interval-class vectors. In this context, quantitative and qualitative indices of the consonances and dissonances employed by the composer were established, alongside an examination of the density and behavior of interval-class vectors. This analytical approach enabled the identification of the work's temporal, structural, and formal parameters.

Author Biographies

Marcelo José Bellini Dino, Universidade Anhembi Morumbi

Marcelo Bellini Dino (dinomarcelo@gmail.com) é compositor, pianista, arranjador e professor da Universidade Anhembi Morumbi. Bacharel em Composição e Regência pela UNESP, é mestre (2011) e doutor (2024) em Artes pela Universidade de São Paulo (USP). Desde 1993, desenvolve uma trajetória multifacetada que lhe permitiu trabalhar em diversos domínios da área musical integrando música de concerto, arranjos, trilhas para cinema e televisão, diálogo que se reflete na diversidade estética de sua produção. No domínio da música para concerto suas obras foram interpretadas por orquestras como a Sinfônica de Santos, Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, OSN-UFF, Petrobras Sinfônica, Sinfônica de Santo André, Filarmônica de Minas Gerais e Orquesta Filarmónica Nacional de Venezuela, sob a regência de maestros como Rubens Capriles, Fábio Mechetti, Roberto Duarte e Abel Rocha. Premiado nove vezes, recebeu, entre outros, o 1º prêmio no 10th Piano Composition Fidelio (Madri, 2019), com o Prelúdio nº 4 (Upper Structures), e o Prêmio Ibermúsicas de Composição Sinfônica Latino Americano (2023), com Deja Vu.

Adriana Lopes da Cunha Moreira, Universidade de São Paulo

A musicóloga brasileira e pianista Adriana Lopes Moreira (adrianalopes@usp.br) é Professora Associada do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes e do Programa de Pós-Graduação em Música da Universidade de São Paulo (2004-). É vice-presidente da Comissão de Relações Internacionais da ECA-USP e integra os Conselhos Editoriais dos periódicos Vórtex (Unespar, 2024-), Súmula (SATMUS, Espanha, 2022-), OPUS (ANPPOM, 2015-), ORFEU (Udesc, 2015-), Revista Música (USP, 2015-), Art Research Journal (2012-17) e Caravelas (UNL, Portugal, 2012-). Há onze anos, os pesquisadores sob sua orientação integram o Grupo de Pesquisa TRAMA: Teoria e Análise Musical, por ela fundado e coordenado (CNPq, 2015-). Ao longo dos últimos vinte anos, exerceu a coordenação da Graduação, da Pesquisa e das Provas de Competências Específicas em diferentes gestões, além de ter sido vice-coordenadora do PPGMUS e vice-chefe do Departamento de Música. Entre 2011 e 2015, foi editora-chefe das publicações da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (ANPPOM) e, nos últimos dezesseis anos, coordena a área de Teoria e Análise Musical do congresso anual da associação.

Published

2026-07-30